terça-feira, 12 de abril de 2011

Diyarbakır e Mardin

Depois de um voo de uma hora e meia e um autocarro chegámos ao centro de Diyarbakır onde a nossa primeira preocupação foi arranjar um lugar para guardar as malas, uma vez que não tínhamos planos de passar a noite a ali. Acabámos por deixar num hotel sem ter que pagar nada por isso.

Diyarbakır assistiu a grande parte dos conflitos entre os Kurdos e o exército Turco. É a maior cidade da região e um importante centro religioso para os Kurdos.


Vista do cimo das muralhas de Diyarbakir.
Vista das muralhas

Percorremos as muralhas que ofereciam uma vista sob o Sudeste da Turquia, uma mistura de casas pobres, planícies e lenços às cores usados por quase todas as mulheres. Depois desta contextualização fomos passear pelas ruas da cidade e acabámos na confusão do mercado local. Bebemos um chá e comprámos figos secos, que oferecemos ao recepcionista quando fomos buscar as malas.


Ruas de Diyarnakir.
Ruas de Diyarbakır

Metemo-nos no autocarro rumo a Mardin, uma cidade linda, situada em cima de uma montanha onde as casas são da mesma cor que a areia.


Vista de Mardin.
Mardin

Ainda tivemos que andar um bocado até encontrarmos alojamento onde regateámos o preço de um quarto com janelas pelo mesmo que um sem.


Vista de Mardin

Tivemos a tarde toda a explorar a cidade e acabámos a tomar café numa esplanada com vista sobre as planícies. Jantámos Gozlemes (crepes recheados) num restaurante muito pequenino e tascoso e voltámos à esplanada onde o Gastão teve uma longa conversa sobre futebol com o empregado apesar dele não falar inglês, nem o Gastão falar turco...

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