domingo, 19 de junho de 2011

Dias em Família

6a feira fui à aula de Cross Cultural Management fazer uma apresentação do Business Project enquanto a minha família aproveitava para conhecer a faculdade. Depois da aula descemos até Sariyer, onde demos um passeio, e fomos para o centro.
Caminhámos por uma zona de Taksim, que tem imensas lojas de coisas em segunda mão e “antiguidades”, e passámos pelas ruas mais animadas, como a Çiçek Pasagi e a Nevizade Sokak. Acabámos a jantar no Istanbul Culinary Institute, onde os cozinheiros são os alunos e os pratos estavam todos óptimos.

Eu e o meu irmão fomos depois encontrarmo-nos com o resto dos “refugiados” lá de casa para uma noite de Monte Real e Araf.
No dia seguinte, Sábado, encontrámo-nos com os pais na mesquita Suleymaniy. Depois descemos até ao bazar dos livros, uma novidade para mim, mesmo ao lado do Grand Bazar.

Daí foi uma aventura para chegar ao Rumeli Hisari. A lição que aprendi foi que é quase impossível alcançar qualquer lugar na costa de Istanbul entre Besiktas e Rumeli ao fim de semana porque o trânsito é insuportável! Só mesmo se uma pessoa conseguir voar.

Este forte foi construído com o objectivo de controlar a circulação de navios no Bósforo e a vista de lá é espectacular.
Voltámos a mergulhar no transito para chegar a Ortakoy. O autocarro que apanhámos vinha cheio e quando isto acontece as pessoas podem entrar pelas portas traseiras e passam o passe ou o dinheiro para a frente. Como calhou ficar posicionada mesmo ao lado do condutor a minha tarefa era receber os passes e passa-los no scanner o que me garantiu algum entretenimento durante aquela viagem a 10km/hora.


No degrau a comer kumpir.

Ortakoy estava também cheio de gente. Pedimos todos um kumpir e sentámo-nos a comer ao pé da água. Daí fomos a pé até Kabatas onde apanhámos o tram até Karikoy para comermos as famosas baklavas da Gulouglo. Felizmente àquela hora já só havia dois tipos disponíveis o que poupou o típico stress de indecisões.

Atravessámos a ponte Gálata para vermos Sultanhamed à noite, altura em que o bairro transforma-se num sitio completamente diferente! Os turistas em vez de empatar as ruas estão no hotel ou no restaurante, dando espaço para vendedores de rua duvidosos montarem o seu negocio nos passeios. Vimos a Aya Sofia e a Mesquita Azul iluminadas e acabámos a jantar num restaurante 100% para o turista onde até se comeu bem.


Aya Sofia iluminada.

No domingo fomos ter com os pais ao hotel, demos um último passeio pela zona e despedimo-nos. Em terra fiquei eu e o meu irmão.

Nessa tarde encontrámo-nos com o Pedro, o Jorge e o Hugo e fomos até ao museu dos mosaicos. Como era a terceira vez que ali estava aproveitei para ficar à porta a descansar e deixar o António entrar à candonga com o meu Muse Kart (um cartão para entrar à borla em todos os museus públicos).

Abancámos depois em Topane, no café do costume, para beber uns chás, fumar uma narguilé e jogar gamão. Subimos até Taksim para jantar e encontrámo-nos com o Thomas e os seus amigos, também de visita, no Eski Beirut, um bar que tem uma happy hour muito simpática.


Eski Beirut.

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