Cheguei ao aeroporto com o meu maninho e encontrei-me com a Sufas, que me vem sempre dar um beijinho de despedida.
Estava o check-in a correr muito bem quando uma das responsáveis da British Airways saca de um livro que imagino ser algo como “O Código Internacional dos Aeroportos”. Depois de o folhear diz-me que eu não estava autorizada a voar para a Turquia sem bilhete de regresso e que teria de marcar um para uma data nos próximos três meses!
Eu não faço a mínima ideia de quando é que tenciono regressar a Portugal mas tenho a certeza que não é dentro de menos de três meses. Tentei explicar que ia para Istambul estudar e que assim que chagasse iriam dar-me um visto de residente.
Depois de alguns telefonemas disseram-me que se eu tivesse um papel que provasse isso talvez pudesse voar. O único papel que eu tinha era a Acceptance Letter que me enviaram em Maio, por mail e por correio, quando eu ainda estava no Peru, mas que não a tinha ali comigo.
Agarrámo-nos ao Blackberry da Sufas à procura do precioso email. Assim que o encontrámos reencaminhámo-lo para o balcão da BA para ser impresso, juntamente com uma reserva de uma passagem fictícia para o dia 7 de Março, não fossem as autoridades em Istambul chatear-me.
Com a luta de preços entre companhias aéreas espero sempre o mínimo serviço, uma vez que eu também estou a pagar o mínimo que consegui, mas a BA surpreendeu-me com a sua simpatia e eficiência. Também tenho que agradecer à Sufas, não só por se ter ido despedir mas também pelo seu super telemóvel!
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