
Aya Sophya
Tentámos depois visitar a mesquita Azul mas como era hora de oração não podemos entrar e seguimos para o Palácio Topkapı, a residência oficial de muitos sultões Otomanos. Grande parte do palácio está coberto por azulejos típicos da Turquia mas a principal atracção é o Harém que devido ao cansaço e à falta de tempo, deixámos para a próxima visita.

Azulejos no Palácio
De seguida entrámos na Yerebatan Sarnıcı, que quer dizer “Basílica Cisterna”. Antes de ser convertida numa cisterna, era utilizada como um centro artístico e de comercio. Os elementos mais misteriosos são duas esculturas que representam medusas (criaturas que, segundo a mitologia grega, têm o poder de transformar em rocha quem olhe para elas), colocadas de lado e ao contrário. Existem muitas teorias fantásticas por traz da razão de não estarem na posição correcta, mas a mais provável é a que defende ser a forma que garante mais estabilidade às colunas.

Medusa
A última atracção foi o Grand Bazaar que me desiludiu um bocado. Apesar de ser o maior bazar coberto no mundo, já perdeu muito do seu carácter porque as bancas com vendedores a berrar foram substituídas por lojas fechadas com vitrinas.
Daí seguimos para Ortakoy, uma zona á beira do Bósforo, onde são famosas as bancas que servem Kumpir, batata assada, temperada com queijo e manteiga e depois recheada com ingredientes à escolha do freguês. Comprámos uma e sentámo-nos para beber chá num dos muitos cafés cheios de pessoas a jogar gamão, um dos “vícios” deste povo.

A comer Kumpir
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