quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Um dia no Centro

Mas o programa das festas não acabava aqui, ainda havia toda uma excursão pelas principais atracções de Istambul marcada para Sábado! Começámos na Aya Sophya, uma antiga Igreja Ortodoxa, mais tarde transformada em mesquita. Foi a maior catedral do mundo durante mais de mil anos, até ser ultrapassada pela catedral de Sevilla.


Aya Sophya

Tentámos depois visitar a mesquita Azul mas como era hora de oração não podemos entrar e seguimos para o Palácio Topkapı, a residência oficial de muitos sultões Otomanos. Grande parte do palácio está coberto por azulejos típicos da Turquia mas a principal atracção é o Harém que devido ao cansaço e à falta de tempo, deixámos para a próxima visita.


Azulejos no Palácio

De seguida entrámos na Yerebatan Sarnıcı, que quer dizer “Basílica Cisterna”. Antes de ser convertida numa cisterna, era utilizada como um centro artístico e de comercio. Os elementos mais misteriosos são duas esculturas que representam medusas (criaturas que, segundo a mitologia grega, têm o poder de transformar em rocha quem olhe para elas), colocadas de lado e ao contrário. Existem muitas teorias fantásticas por traz da razão de não estarem na posição correcta, mas a mais provável é a que defende ser a forma que garante mais estabilidade às colunas.


Medusa

A última atracção foi o Grand Bazaar que me desiludiu um bocado. Apesar de ser o maior bazar coberto no mundo, já perdeu muito do seu carácter porque as bancas com vendedores a berrar foram substituídas por lojas fechadas com vitrinas.
Daí seguimos para Ortakoy, uma zona á beira do Bósforo, onde são famosas as bancas que servem Kumpir, batata assada, temperada com queijo e manteiga e depois recheada com ingredientes à escolha do freguês. Comprámos uma e sentámo-nos para beber chá num dos muitos cafés cheios de pessoas a jogar gamão, um dos “vícios” deste povo.


A comer Kumpir

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