O ponto de encontro com o Tomás, a estação de tram de Sultanahmet, ainda ficava longe e aproveitei para ir a pé para conhecer mais um bocado da cidade. Percebi logo que mais uma vez o lugar combinado não era o ideal, especialmente a um sábado: a estação estava cheia de gente e eu ia ver o Thomas pela primeira vez na vida! Ao fim meia hora desisti de esperar e continuei o meu passeio.
No caminho encontrei os dois franceses do Hostel. Quando cheguei agarrei-me ao computador onde já tinha uma série de mails do Pedro e do Thomas a ordenarem-me não sair do hostel porque vinham a caminho! E assim foi: meia hora mais tarde estávamos todos juntos (finalmente) a falar do dilema das casas.
Saímos para jantar numa esplanada típica e fomos depois beber umas cervejas numa rua cheia de gente e de bares, onde cada um tentava por a musica mais alta que o vizinho. No meio da multidão iam passando vendedores de aperitivos como amendoins e mexilhões e no meio daquela confusão era quase impossível encontrar uma mesa.
Eu, o Pedro e o Thomas
Mais tarde fomos até outro bar para nos encontrarmos com estudantes da Koç. Um deles, o “coordenador” dos intercâmbios, disse-me que tinha um quarto a mais para alugar na casa dele e eu fiquei de lá ir no dia seguinte para ver as condições, enquanto o Pedro e o Thomas atacavam umas agencias no centro de Sariyer.
Apareceram os meus amigos do hostel, com quem acabei a dançar até às 5h da manhã. Se fossem os meus companheiros de casa até ao final do semestre nem me importava de lá ficar durante o semestre inteiro...
Fim de noite no hostel
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