Barcos de pesca em Uskudar.
Saímos em Uskudar onde começámos por visitar umas mesquitas. Sentámo-nos num café mesmo à beira do Bósforo para beber chá, jogar gamão e apanhar sol na cara. Continuámos a nossa caminhada pelo paredão que estava cheio de famílias e amigos a passear e a comer pevides, indispensáveis aos convívios turcos.
Mais um chá, mais gamão...
Passámos uma zona industrial um bocado feiosa e chegámos a Karikoi por uma avenida com o trânsito cortado. Estavam imensas pessoas na rua mas quase não se ouvia ninguém a falar. Parecia que estavam a ir ou a chegar de algum evento tipo manifestação. Vimos grupos de mulheres de lenço branco na cabeça com vestidos de lantejolas e algumas pessoas com bandeiras mas nunca chegámos a perceber se realmente era um dia especial ou não.
Almoçámos num restaurante onde alguns pratos tinham nomes de jogadores da bola, incluindo o Quaresma, um dos heróis do Besiktas. No meio de tantas koftes e kebabs a única coisa vegetariana que conseguiram servir foi uma sanduíche de pickles e batatas fritas.
Daí perdemo-nos pelo mercado que, como em quase todos os lugares desta cidade, estava a abarrotar e mal se conseguia circular, onde vendiam principalmente peixe e legumes.
Mercado em Karikoi.
Apanhámos o barco de volta para a Europa e aproveitámos a noite para explorar a “Rua Francesa”, uma rua a pique, cheia de restaurantes e bares de um lado e do outro, todos decorados de encarnado e cor-de-rosa. Achei o sitio bem piroso mas mesmo assim aceitei sentar-me para beber uma imperial.
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