Depois almoçámos gozleme (crepes alaturca) num restaurante muito giro onde o dono falava fluentemente pelo menos 5 linguas e o empregado, que mais parecia um actor de stand up comedy, fazia os clientes chorar de tanto rir. Os dois juntos eram a animação total. Ao nosso lado vieram sentar-se um casal de americanos com quem ainda estivemos à conversa durante um tempo. Ele artista e ela professora tinham vivido quase um ano na Irlanda e estiveram a dar-me algumas dicas sobre lugares para visitar no pais que será a minha próxima “casa”.

Vale das Pombas.
À tarde fizemos o passeio de ida e volta pelo Vale das Pombas e jantámos no Dibek as famosas kebabs de pote: os ingredientes são cozinhados durante três horas dentro de potes de barro que depois se têm de partir, tipo porquinho mealheiro. O resultado é um guisado óptimo com um ligeiro sabor a barro!

Jantar de pernas cruzadas.
Depois do jantar fomos até à pensão Ufuk, onde eu tinha ficado com o Gastão, para dizer olá ao Orhan e oferecer umas queijadas. Bebemos chá e quando o meu pai ia para pagar no final ele disse: “Não existe dinheiro para pagar esses chás!”.
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