
O meu chá no autocarro, ao lado da caixa das moedas dos bilhetes.
Chegados à aldeia e fomos atacados por um “guia turístico”. Quando eu lhe disse que não íamos precisar dos seus “serviços” começou a disparatar, a dizer que eu era parva e mal criada...enfim, era bom de mais conhecer só pessoas genuínas.
Demos um passeio pelas ruínas, visitámos as casas de lama e voltámos para Sanliurfa.

Ruínas em Harran.
Almoçámos numa esplanada onde eu me consegui esquecer do troco, que era duas vezes o preço do almoço, demasiado para ser gorjeta. Mas claro, dada a honestidade desta gente, quando lá voltei os empregados lembraram-se de nós e devolveram tudo.
Durante o passeio pela cidade não resisti comprar umas frutas verdes, do tamanho de cerejas que via toda a gente comer animadamente com sal. A comunicação com o velhinho vendedor muito fraca, e em vez de comprar 100 gramas, que me bastava para provar, levei com meio kilo daquelas coisas que eu nem sabia se gostava. O que vale é que até gostei.

Curdo em Sanliurfa.
A parte mais bonita da cidade é um parque onde fica um complexo de mesquitas rodeadas por lagos, e o tumulo de Abraão, que se acredita que nasceu aqui. Depois de visitarmos esta zona fomos até ao bazaar onde tomámos chá, jogámos gamão e comprámos bolos para o jantar.

Lago de Abraão.
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