
Vale das Rosas.
Depois do almoço fomos então à loja dizer e “olá”, literalmente enfiarmo-nos na boca do lobo. Vieram os chás para a mesa e o vendedor começou a contar toda a história dos tapetes. O meu pai garantiu que não ia comprar nada mas mesmo assim a conversa continuou animadamente. Visitar uma loja de tapetes na Turquia é talvez a maior experiência de compra que uma pessoa pode ter. A habilidade com que os vendedores negoceiam é uma arte admirável. Acredito mesmo na sua capacidade de enfiar um barrete ao mais respeitado professor de negociação de um universidade da Ivy League.

A negociar tapetes.
Sem sabermos como já estavam a voar tapetes, uns atrás dos outros, que o vendedor desenrolava, estendia e girava a uma velocidade que fazia tudo parecer um espectáculo de malabarismo. Depois começou a “cantar” preços e como a musica agradou ao meu pai, saiu dali com mais um tapete lá para casa debaixo do braço feliz como uma criança a sair da loja de guloseimas.
Visitámos o resto do mercado e eu fui dando a mesma explicação sobre a sua importância na rota da ceda que o vendedor de tapetes me tinha dado a mim e ao Gastão.
Tomámos um café no jardim e voltámos para Goreme.
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